Saúde Integral

05/09/2016 09h00

A terapia do futuro

Através da utilização de ímans, a técnica terapêutica do par biomagnético vem conquistando adeptos no mundo todo por sua eficácia no combate a diversas enfermidades.

Por Elisa Dorigon

Arquivo Nosso Bem Estar
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A técnica vem sendo aplicada com sucesso em diferentes partes do mundo, principalmente na Europa

Imagine uma terapia complementar capaz de eliminar a base principal de todas as doenças através da correção de distorções no PH, eliminando vírus, bactérias, parasitas e fungos. Fantástico, não é mesmo?

É o que promete o Biomagnetismo Medicinal, sistema terapêutico desenvolvido pelo mexicano Isaac Goiz Duran, em 1988, e que propõe a aplicação de ímãs em diferentes áreas do corpo. Um tratamento natural, não invasivo e de fácil aplicação que pode tratar diversos tipos de doenças e disfunções, inclusive de ordem emocional.

O sistema consiste em reconhecer no corpo pontos de energia alterados que, juntos, causam a doença. Cada órgão ou tecido do nosso corpo tem um menor ou maior grau de acidez ou alcalinidade, que nos é dado através da leitura de PH, ou seja, o potencial de hidrogênio. As pessoas com alguma doença apresentam, geralmente, um excesso de íons eletropositivos (toxinas, radicais livres) que acidificam as células, os órgãos, o sangue e as secreções.

Segundo o Dr. Isaac, quando isto acontece, um tecido corporal qualquer se polariza positivo (acidez), pelo excesso de íons de hidrogênio, e outro que se polariza negativo (alcalino) e é esta alteração da polarização que produz a doença. A permanência do tecido numa condição de Ph alterado vai permitir o desenvolvimento de vírus – onde o Ph é mais ácido – e bactérias – onde é mais alcalino. Vírus e bactérias se comunicam entre si através da chamada bioressonância magnética, potencializando o desenvolvimento de um vasto conjunto de doenças e patologias degenerativas. Basta, então, alterar a polaridade de ambos os tecidos afetados para eliminar a doença.

O biomagnetismo na prática

Em mais de 25 anos de atuação como médico, o cirurgião vascular Cleber Fabre sempre procurou saber as causas das doenças para tratar não apenas os sintomas. Curioso, sempre se perguntou qual era a causa das doenças que seus pacientes apresentavam. “Se a pessoa estava com uma infecção, qual o motivo que fez ela ter esta infecção? Será que determinada doença é fruto de uma alteração genética ou o paciente passou por um trauma que fez com que ele desencadeasse a doença? Porque o seu sistema de defesa está comprometido?”, se perguntava o médico. A medicina tradicional não trazia estas respostas.

Em 2012 Dr. Cleber conheceu o biomagnetismo medicinal e foi então ao Chile e a Califórnia fazer o curso com o Dr. Goez, criador do método. Desde então, já tem 987 pacientes tratados com esta técnica, em mais de três mil sessões. “Tem um índice muito bom de aceitação e cura, mas lembro sempre que é uma medicina complementar, que está diretamente ligada com a aceitação da pessoa e do estado psicológico em que ela se encontra. Embora a técnica não tenha efeitos colaterais negativos, tenho vivenciado muitas manifestações físicas em pacientes com distúrbios psicológicos. Estes pacientes melhoram com o biomagnetismo, mas precisam buscar ajuda psicológica, do contrário, eles diminuem a imunidade, fazem alteração endócrina (Hormonal) e ficam doentes novamente”, salienta Dr. Fabre.

Embora a aplicação da técnica também seja indicada como prevenção, é no caso de doenças crônicas que ela mais tem ajudado as pessoas. Os casos de fibromialgia, por exemplo, onde o paciente sente dores por todo o corpo, é um dos exemplos onde o sistema tem trazido resultados positivos, pois é possível descobrir a causa que levou o paciente a desenvolver esta doença.  

A técnica vem sendo aplicada com sucesso em diferentes partes do mundo, principalmente na Europa e nos últimos seis anos o Dr. Isaac tem dado muitos cursos nos Estados Unidos. “Como no Brasil as escolas médicas são voltadas para a escola americana, com certeza o magnetismo medicinal será trazido para o Brasil”, acredita o cirurgião.  

Neste sentido, Dr. Cleber acredita que a medicina quântica deve representar o futuro dos tratamentos de saúde. “Penso que vai chegar o momento que não vai mais existir antibiótico injetável, vamos conseguir eliminar bactérias, vírus, parasitas através do biomagnetismo medicinal e da bioressonância, ou seja, aparelhos trabalhando com energia acima da velocidade da luz, eliminando estes microrganismos sem necessidade de ingerirmos drogas”, conclui Dr. Fabre.

O acupunturista e quiroprata Natalino Sussumu Sakata conheceu o biomagnetismo médico em 2013, quando experimentou a técnica em si mesmo. Realizou várias pesquisas, visitou ambulatórios, internet, buscou livros e publicações. Ele, a filha e a esposa fizeram a terapia e os resultados foram surpreendentes. “Conclui que este sistema é maravilhoso, fácil de aprender, fácil de aplicar, não traz nenhum efeito colateral e é muito barato. Recupera a saúde muito rapidamente, são realizadas poucas sessões, mas o efeito curativo é muito, mas muito longo”, descreve Natalino.

Desde agosto de 2013 Natalino já atendeu 530 pessoas, com resultados comprovados: cura de intestino preso há mais de 25 anos, herpes em três sessões, hemorroidas, úlcera varicosa, bronquite asmática, ronco, falta de ar, assim como crises de pânico, depressão e tristeza profunda.

O diagnóstico e a cura

Durante a sessão é feito um “scan” com os ímans pelo corpo do paciente, deitado, e são detectados os pontos de disfunção e presença de vírus, fungos, bactérias e parasitas. A sessão começa rastreando os órgãos com o polo norte ou negativo do ímã rastreador. O comum é que um polo positivo só faça ressonância biomagnética com um polo negativo, e que ambos estejam se retroalimentando energeticamente. Através da contração ou alongamento da perna direita, percebido pelos pés, é possível definir qualitativamente o órgão alterado e sua polaridade.

Ao colocar os ímãs positivos e negativos verifica-se que os membros inferiores recuperaram a sua simetria habitual. Os ímãs são aplicados por vinte a trinta minutos para alcançar a despolarização dos órgãos e restaurar o equilíbrio do PH nos órgãos afetados. Desfazendo-se a bioressonância permite-se que o sistema imunológico atue restabelecendo o equilíbrio físico,  mental e emocional.

O Biomagnetismo é compatível com qualquer outra forma de terapia (homeopatia, naturopatia, florais, reiki, acupuntura e pode também ser usado em conjunto com os tradicionais tratamentos alopáticos.

A primeira experiência

“Descobri, graças ao vírus da imunodeficiência humana, que um vírus ou uma bactéria que entram em nosso organismo se instalam em um local específico e começam, então, a se reproduzir. Quando estão “maduros” é que começam a aparecer os sintomas. É o que tratam os médicos, mas ignoram a origem deste fenômeno. Foi trabalhando como médico que descobri um código patógeno que pode identificar vírus, bactérias, fungos, parasitas, toxinas ou disfunções.

Um dia recebi um paciente HIV positivo, submetido a tratamento rigoroso e tradicional. Ofereci a ele uma revisão de campos magnéticos em seu organismo para ver se ele tinha alguma distorção de Ph no corpo. Ele prontamente aceitou, porque disse que apesar dos medicamentos,  estava morrendo. No exame encontrei no timo um foco energético alcalino e no sacro um foco ácido. Ao fazer com que eles se impactassem, eles se neutralizaram, e foi assim que deu-se a cura deste paciente. Depois dele, outros 18 pacientes em menos de um ano obtiveram a cura da mesma doença. A partir desta, diversas outras curas vieram, sem a necessidade de medicamentos”.  Isaac Goiz Duran - médico e fisioterapeuta – México.

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