Família

24/10/2013 11h13

Curando os relacionamentos através do perdão

Podemos nos libertar dos julgamentos sobre os outros e nossas próprias atitudes

Por Gerald Jampolsky e Diane Cirincione

DIVULGAÇÃO/NBE
Curando relacionamentos

Na verdade são os nossos pensamentos e julgamentos, e não mais a outra pessoa, que nos causam a dor no presente. E já que estes pensamentos e julgamentos são nossos, apenas nossos, somos nós que precisamos nos empenhar em perdoar, em mudar nossa mente e nos libertar das queixas passadas.

Mas é possível curar todos os relacionamentos?  Sim, é possível curar não apenas alguns, mas todos os nossos relacionamentos. Podemos fazê-lo desistindo de qualquer forma preconcebida, ou dos roteiros mentais que tenhamos escrito sobre os outros... Podemos fazer isso nos dispondo a acabar com todas as queixas e pensamentos de agressividade. E podemos fazer isso por meio do processo do perdão...

# Reconhecendo que não somos vítimas dos nossos relacionamentos e, sim, participantes deles.
# Optando por ver os outros como seres que nos amam ou, caso os percebamos como nossos agressores, optando por vê-los como seres cheios de medo.
# Lembrando que aquilo que percebemos nos outros e no mundo exterior é uma projeção dos pensamentos - quer positivos quer negativos - contidos em nossa mente.
# Tornando-nos “buscadores de amor” em vez de “buscadores de defeitos”.
# Direcionando a nós mesmos e escolhendo ser interiormente pacíficos, não importando o que esteja acontecendo fora de nós.
# Podemos começar a reconhecer que a cura dos nossos relacionamentos está diretamente ligada
à cura das atitudes que estamos conservando em nossa mente a respeito desses relacionamentos.

Afirmações significativas

1) Escolho curar meu relacionamento comigo mesmo deixando que o hábito de julgar a mim mesmo se vá.

2) Escolho unir-me aos outros, em vez de me separar deles, abandonando meus julgamentos sobre eles.

3) Escolho rasgar todos os roteiros que escrevi para o modo como acho que as pessoas deveriam ser em minha vida.

4) Escolho lembrar que o que realmente conta em meus relacionamentos não é o que eu faço ou digo..., mas sim com quanto amor eu faço ou digo.

5) As palavras que eu escolho em minhas comunicações sempre determinam se minha intenção é unir ou separar.

6) Hoje, eu escolho lembrar-me de que realmente mereço o direito de ser feliz.

7) Hoje, eu escolho desistir de me sentir uma vítima dos meus relacionamentos e assumirei a responsabilidade por minha vida.

8) Sempre que ficar preso no passado ou no futuro, escolherei lembrar-me de que o amor só pode ser vivenciado no presente.

9) Posso optar pelo amor em vez do medo, em todos os meus relacionamentos.

“O inimigo não está a nossa frente, mas dentro de nós. Defesas refl etem feridas. Ataques são gritos por amor. Relacionamentos são uma oportunidades de saber quem somos”.

Fonte: Livro Um Curso em Milagres (Helen Schucman) / Jornal Bem Estar

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