Agenda

Pacificando
Agosto
19
Pacificando as relações através da meditação
De Liliam
“Não importa quanto poder ou recursos tenhamos, a felicidade dependerá de nossa dimensão de compaixão e de amor. O treinamento da mente permite o florescimento dessas qualidades. Se não tivermos isso, nossa vida vai parecer infeliz e sem sentido”. Lama Padma Samten

Para avançarmos em qualquer área de nossa vida precisaremos pacificar as nossas relações em todas as direções, dissolvendo a sensação de que os outros são um obstáculo para o nosso florescimento ou de que os outros são a fonte de nossa felicidade.

Com base nos ensinamentos do Buda sobre a Roda da Vida, vamos entender que a melhor postura diante de qualquer problema de relacionamento é uma mente ampla e estável, que naturalmente se manifesta de forma compassiva.

Nesse minicurso, vamos investigar as posturas mentais – nossas e dos outros – que nos fragilizam e dificultam as relações e vamos aprender a reforçar as posições de mente que trazem benefício a nós e aos seres ao nosso redor.

Veremos:
1) Meditação Shamata: Como cultivar a energia, a atenção, o relaxamento e a alegria de forma autônoma. Como oscilar menos entre tédio e ansiedade. Como reduzir as respostas emocionais destrutivas e equilibrar as emoções de modo saudável, além de reprimir ou extravasar.

2) Meditação do Pensar, Contemplar e Repousar: Como contemplar um ensinamento que lemos ou ouvimos, que pode parecer teórico, e torná-lo vivo e significativo dentro de nós.

3) Meditação Metabavana: Como pacificar as relações difíceis. Como olhar as próprias dificuldades com bondade e ter autocompaixão. Como cultivar alegria e sentido através das relações e ser capaz de ajudar a si mesmo e aos outros.

4) Outras questões que vamos explorar:
O que é o budismo?
Como surge o sofrimento e as dificuldades na relação conosco e com os outros?
O que é felicidade condicionada e felicidade genuína?
O que estamos buscando nas relações?
Como meditar, quais as instruções práticas de corpo e postura?
Como aproveitar a vida diária (relacionamentos, trabalho, família…) como espaço de florescimento humano, nosso e dos outros?
Amor e compaixão são apenas ideias bonitas ou são inteligências radicais e aplicáveis?
Como ajudar as pessoas próximas a também se beneficiarem?
Por que a continuidade da prática é importante e como seguir?
Rua Guilherme Alves, 724 (próximo ao Bourbon da Av. Ipiranga)
19/08/2017 09h30 - 20/08/2017 12h30